domingo, 16 de maio de 2010

Soneto da Mascará

Julguei-te o deus dos humanos,
Unica solução para todo o mal,
Meu amor por ti era incondicional,
Até que passaram alguns anos...

Julgo-te, agora, como ser insano
O meio de todo triste final
Deus que se trasnformou em mortal,
Meu amor por ti foi um engano!

Enganara-me minha mocidade
Tu és uma feia e trágica tela
Estais pintado de falsidade.

Abri os olhos, fechei o coração
Vi-te além das palavras belas
Tua máscara caiu no frio chão.




[不動 遊星 Yusei Fudo]


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